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O Santuário Não se Move!

Filed in: Main.HomePage · Modified on : Sun, 24 Aug 08

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Assista a entrevista com Carlos Magalhães, sócio de Oscar Niemeyer

Pajés de Raposa Serra do Sol Visitam a Terra Indígena do Bananal e o Santuário Sagrado dos Pajés

Pajés Macuxi da Terra Indígena Raposa Serra do Sol estiveram hoje dia 23 de agosto no Santuário Sagrado dos Pajés para conectarem Macunaymã para acordar o espírito da justiça para os povos indígenas e salvaguardar os territórios de todos indígenas, estabelecendo a Paz e a Liberdade. A Justiça do Grande Espírito se fará presente no julgamento do Supremo Tribunal Federal para reafirmar a proteção de Raposa Serra do Sol em Roraima e a Terra Indígena do Bananal - Santuário Sagrado dos Pajés - em Brasília.

No mesmo dia, depois que as visitas foram embora, houve um incêndio criminoso nas proximidades da Terra Indígena Bananal, veja a matéria no Centro de Mídia Independente clicando AQUI

Fora Arrozeiros!! Fora Empreiteras!! Fora Noroe$te!!! Fora a intolerância religiosa ao Santuário Sagrado dos Pajés!!!

Pajelança e Manifestação Tribal no IBAMA-DF em defesa da Terra Indígena Bananal

O plano de construção do bairro Setor Noroeste, arquitetado pelo Governo do Distrito Federal e construtoras da especulação imobiliária, na figura do fraudador do painel do senado, Arruda, e do mega-imobiliário Paulo Octávio, conhecido também por ter sido sócio de facínoras como Luiz Estevão e Sérgio Naya, ganha reforço do IBAMA-DF, sobretudo na figura de Guilherme Almeida, coordenador de licenciamento, que concedeu na última segunda (18) a licença de instalação, permitindo à Companhia Imobiliária de Brasília (TERRACAP) licitar os terrenos para as empresas construtoras viabilizarem seus empreendimentos.

O IBAMA-DF cometeu mais um grave erro licenciando um empreendimento que prevê a destruição de cerrado nativo onde vivem comunidades indígenas há mais de 30 anos. Isso não poderia ser feito já que não houve nenhum tipo de estudo antropológico e arqueológico profundo para demarcar e regularizar a Terra Indígena do Bananal e ainda haviam diversas pendências a serem cumpridas. O fato se agrava porque aquela região está situada numa Área de Proteção Ambiental (APA) e está dentro da zona tampão do Parque Nacional de Brasília, além do Lago Paranoá estar saturado e não suportar mais um bairro para 40.000 pessoas. O Coordenador de Licenciamento Ambiental do órgão, Guilherme de Almeida, deu uma entrevista, na qual teve coragem de declarar "que a responsabilidade é exclusiva do empreendedor e se vai construir dentro d'água ou fora d'água o IBAMA não tem gerência sobre isso e se tiver algum problema no futuro ele será responsabilizado". Para quê serve o IBAMA então? Para avaliar papéis? Deveria se chamar então Instituto Brasileiro de Avaliação da Papelada do Meio Ambiente.

Outros projetos para a área têm sido pensados pela sociedade civil de Brasília, como por exemplo fazer um setor tribal de embaixadas dos povos indígenas do Brasil, ou fazer de toda a área uma grande reserva ambiental, mantendo os/as indígenas e utilizando a divesidade ambiental e cultural para fins educativos, o que já tem sido feito pelos/as próprios/as indígenas. Entretanto, projetos sem concreto não agradam os Governantes pois quem os elege e financia as suas campanhas são construtoras. Quem já se esqueceu do caso GAUTAMA? As relações entre construtoras e governantes são o cerne da Administração Pública. Quando os debaixo se movem os de cima caem, Francisco Palhares, ex superintendente do IBAMA-DF já caiu. Guilherme de Almeida pode ser o próximo. O cacique Korubo morador da Terra Indígena do Bananal convida a tod@s para a pajelança e manifestação tribal marcada para quarta-feira, amanhã, às 15:00 na Superintendência do IBAMA-DF (Setor de Autarquias Sul Qd. 5) para questionar a concessão da licença de instalação. O Santuário Sagrado dos Pajés não se move e a resistência continua. Venha para Brasília se puder!

Saiba Mais:Pajelança e Manifestação Tribal no IBAMA-DF | Ibama concede licença para especulação imobiliária | Vídeos e Entrevistas | Imagens do ato em frente à Terracap - DF | Brasília: Resistência indígena frente ao lobby da especulação imobiliária | Declaração Bananal - Um Toré pela Liberdade e pela Justiça | Demarcação de terra indígena inédita no Distrito Federal e defesa do santuário ecológico e espiritual ameaçados pela especulação imobiliária | O Santuário não se move! - Declara a Jornada de Arqueologia

508 Anos de Opressão, Extermínio e Resistência | Saiba Mais Sobre a Resistência Indígena no Brasil: Incendio Criminoso destroi ocas em Camboinhas | Solidariedade a Etnia Guarani mByá de Camboinhas | Comunidade Guarani é expulsa da beira de uma estrada pela Justiça Estadual em Eldorado do Sul (RS) | Expulsão da Comunidade Guarani de Eldorado-RS


Manifestação dia 15/08 sexta-feira na TERRACAP

Manifestação em Defesa do Cerrado e de sua cultura ancestral. Brasília não precisa do Noroeste. Ato na TERRACAP a partir das 14hs, sexta-feira dia 15. Participe!!!!

Santuário Não se Move!!!

A TERRACAP quer iníciar a venda dos lotes do Noroeste antes de que se inicie o processo de regularização da Terra Indígena do Bananal, pois teme que a verdade prevaleça. Brasília que já tem mais de um milhão de carros, sobre com o transito, com o clima seco, sofre de estress hídrico, não precisa de mais um grande Bairro para a minoria Rica da Cidade. Não é a minoria rica que sofre com o problema de moradia. O Setor Noroeste é claramente o maio projeto da especulação imobiliária de Brasília.

Imagens do ato em frente à Terracap - DF


CDH visitará Terra Indígena do Bananal e governador do DF

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) fará uma visita aos índios que residem na Reserva do Bananal e também visitará o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, para discutir a construção do Setor Noroeste na área onde está a reserva. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (7) pelo presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), que acolheu sugestão apresentada pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF). Paim decidiu ainda, a partir de sugestão do senador José Nery (PSOL-PA), que a CDH realizará um seminário para aprofundar as discussões sobre o tema.

Essas providências foram tomadas em audiência pública realizada para debater a situação da Reserva Indígena do Bananal, localizada em uma área de Brasília que foi escolhida pelo governo do Distrito Federal (GDF) para abrigar o Setor Noroeste, bairro residencial que deverá receber 40 mil habitantes de alta renda.


TAC não Garante Setor Noroeste

A especulação imobiliária do Distrito Federal está em festa pela suposta resolução de permanência da comunidade indígena que habita há mais de 30 anos a localidade pretendida pelo governo local para construção do bairro destinado à classe alta, o Setor Noroeste.

A mídia local noticiou na semana passada a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) já proposto anteriormente pelo Governo do Distrito Federal na figura do Procurador Federal Peterson Pereira. A resposta (que pode ser vista pelo link: http://br.youtube.com/watch?v=8bcwGGXQIO4) foi de forma clara exposta por Santxiê Tapuya, líder Fulni-ô, para os presentes na reunião na Procuradoria Geral no DF. O TAC pode servir como argumento para a Companhia Imobiliária de Brasília- TERRACAP conseguir a tão sonhada Licença de Instalação que viabiliza a licitação das terras para as empresas imobiliárias mas, legalmente não representa a resolução do conflito. A Superintendência do Ibama no DF, que tem seguido a cartilha do GDF, ainda deve analisar pendências relacionadas ao esgoto e no prejuízo que haverá para os moradores de Brasília caso aquela área seja devastada. O Setor Noroeste não é bem quisto pela sociedade brasiliense que nos espaços públicos de debate tem exibido os motivos para não construção do bairro. Dentre eles está o estudo do IBGE que diz ser o número de moradias ociosas na capital é de 53.800 imóveis, o que derruba o argumento do déficit habitacional.


Incêndio Criminoso destrói aldeia indígena Guarani na Praia de Camboinhas em Niterói

Numa atitude covarde, criminosos destruíram, no último dia 18, a aldeia Guarani instalada desde abril na praia de Camboinhas, endereço nobre na região oceânica de Niterói, na Grande Rio de Janeiro. O incêndio ocorreu no momento em que os homens do grupo participavam de uma reunião em outro ponto do bairro. Somente mulheres, crianças e um índio estavam na aldeia. O fogo deixou ferido o indígena Joaquim Karaí Benite, de 43 anos, que teve queimaduras de segundo grau nas costas e no braço esquerdo. De acordo com a Polícia Civil, o incêndio foi criminoso. Lídia Nunes, de 67 anos, espécie de líder do grupo, ouviu quando um homem gritou: "Olha os índios pegando fogo!". Segundo Lídia, ele correu em direção ao canal que divide as praias de Camboinhas e Itaipu. Quando o fogo começou, havia muitas crianças no local. As índias correram para tirar três bebês, um de 11 meses, um de 1 ano e outro de 1 ano e 3 meses de uma das ocas.

Em todo o Brasil, os indígenas se organizam para retomada de seus territórios tradicinais com base em seus direitos originários, no artigo 231 da constituição federal e na declaração dos diretos dos povos indígenas assinada pelas Nações Unidas em 2007. Segundo declaração de Márcio Meira, presidente da FUNAI, a população indígena tem crescido nos últimos anos, isso demonstra que as pessoas estão perdendo o medo de se declararem como indígenas e assumindo a sua origem ancestral. As elites brasileiras temem que o povo assuma sua origem indígena, e busquem conhecer mais sobre a espiritualidade e sobre as categorias da cosmovisão dos povos nativos, já que tais modos de ver e lidar com a realidade colocam a civilização do consumo e descarte em xeque.

Por isso, segue a guerra simbólica nos meios de comunicação de massa e demais aparelhos ideológicos do estado no intuito de conservar a visão romântica do "índio" no ideário da sociedade, reforçando estereótipos preconceituosos. A homogenização da identidade nacional é um recurso de dominação cultural usado pelas elites desde o tempo da Colônia e do Império, vide a menção aos indígenas na lei das Sesmarias e lei das terras de 1850. O incêndio da aldeia Guarani em Camobinhas, as declarações absurdas do Governador José Roberto Arruda em relação ao Santuário dos Pajes, o caso da demarcação da Raposa Serra do Sol, o caso da expulsão da Comunidade Guarani de Eldorado-RS da porta da FEPAGRO, e muitos outros casos recentes são exemplos de intolerância dos poderes institucionais e da elite brasileira. A restência que já completa mais de 500 anos segue!

Saiba Mais:Fotos do que restou da aldeia | Fotos da construção da escola indígena e da casa de reza | O que precisamos entender sobre o caso da Aldeia de Camboinhas | Em favor dos Guarani de Camboinhas | Incendio Criminoso destroi ocas em Camboinhas | Solidariedade a Etnia Guarani mByá de Camboinhas | Comunidade Guarani é expulsa da beira de uma estrada pela Justiça Estadual em Eldorado do Sul (RS) | Expulsão da Comunidade Guarani de Eldorado-RS | Demarcação de terra indígena inédita no Distrito Federal e defesa do santuário ecológico e espiritual ameaçados pela especulação imobiliária | O Santuário não se move! - Declara a Jornada de Arqueologia


CLIQUE AQUI E ASSISTA O VÍDEO "Nosso Caminho não é o Noroeste"

Vídeo da intervenção feita no Lançamento da Revista Nosso Caminho

CLIQUE AQUI E ASSISTA O VÍDEO "A CURA DO PAJE"

Fala de Santxie Taphuya ao procurador da Republica

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Demarcação de terra indígena inédita no Distrito Federal e defesa do santuário ecológico e espiritual ameaçados pela especulação imobiliária

Perseguição de minorias indígenas em Brasília

A recente ocupação indígena em Brasília remonta ao início da construção da capital nos anos de 1960, embora de acordo com especialistas a área fosse um importante corredor de passagem de vários povos indígenas e de encontro e troca entre etnias no período pré-cabralino, sendo posteriormente dominado de modo hegemônico pelo processo de colonização. Famílias indígenas espoliadas de seus territórios no nordeste brasileiro nas décadas entre as décadas de 50 e 70, perseguidas pela sua identidade cultural e espiritual retomam territórios de seus ancestrais a fim de continuar a reprodução física, cultural e espiritual em continuidade com a natureza. No caso de Brasília, a área da antiga fazenda Bananal depois integrada ao Parque Nacional de Brasília (Água Mineral) permaneceu ocupada há mais de 40 anos por indígenas de várias etnias (tuxá, fulni-ô, Kariri-xocó, Kariri, guajajara), desenvolvendo atividades tradicionais ligado ao plantio de subsistência (horticultura, milho, mandioca e outros), artesanato, flora medicinal tribal, ritos e cerimoniais religiosos. A população da reserva indígena é de 30 índios, mas durante seis meses do ano ela funciona como rota sagrada e cultural chegando a atingir população de mais de 100 índios que peregrinam no cerrado em função de rituais religiosos no Santuário Sagrado dos Pajés.

O Santuário não se move! - Declara a Jornada de Arqueologia

O Santuário Sagrado dos Pajés recebeu no último fim de semana a I Jornada Tribal de Arqueologia do Planalto e do Cerrado. Foram 3 dias de intensas trocas de informações, experiências e vivências orientadas sob o tema "O Santuário Sagrado dos Pajés na rota ancestral indígena do Planalto e do Cerrado".

O encontro teve início na sexta (27), com um emocionante ritual conduzido pelo Pajé Santxiê e onde todos/as tiveram a oportunidade de se expressar livremente sobre suas expectativas ou realizar suas orações. Na sequência todos/as se dirigiram à "Oca das Mulheres" onde foi montada uma sala de projeção para exibição de filmes relacionados ao Santuário. O dia se encerrou na fogueira com muita conversa, reflexões, orações e janta.

As atividades do dia 28 se iniciaram com a exposição do professor e pesquisador Jorge Eremites, da UFGD. Sua fala abordou temas como pesquisas arqueológicas indígenas no Centro-Oeste do país e tradicionalidade. No fim da tarde foi a vez do professor de antropologia da UNB, José Jorge, falar sobre o porque o Santuário não se move. Pela noite foram exibidos vídeos com temática indígena.

Leia a matéria completa

Petição on line em defesa do Cerrado e da Cultura Nativa do Bananal

Relatos: Último Dia , Segundo Dia, Primeiro Dia

Saiba Mais: Ouça a audiência pública que desmascara o Setor Noroeste , Setor Noroeste não sairá do papel , Ponto de Cultura Invenção Brasileira em defesa do Santuário dos Pajés

Editorial Anterior

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I JORNADA TRIBAL DE ARQUEOLOGIA DO PLANALTO E DO CERRADO

A Comunidade da Reserva Indígena Pluriétinica do Bananal promove no próximo fim de semana, dos dias 27 a 29 de junho, a primeira Jornada Tribal de Arqueologia do Planalto e do Cerrado. O tema da jornada é "O Santuário Sagrado dos Pajés na rota ancestral indígena do Planalto e do Cerrado", e contará com a participação de pesquisadores/as e arqueólogos/as do Brasil e de outros países, além da participação de professores/as da UnB, como o antropólogo José Jorge de Carvalho e o linguista Aryon Rodrigues, um dos maiores pesquisadores de línguas indígenas do mundo. As incrições podem ser feitas na Flora Medicinal, no térreo da FUNAI, ou na Biblioteca Central da UnB com o Rafael. Pede-se a contribuição de 20 reais por inscrição para custear os certificados e a alimentação, kilos de alimento também são bem vindos. Confira a programação completa do evento clicando AQUI!!!

Blog da Jornada

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CLIQUE AQUI E ENTENDA PORQUE DIZER NÃO AO SETOR NOROESTE

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Confira entrevista com o indígena Satxie (Fulni-ô/Thaphuya)

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SOMOS UM POVO QUE CONHECE A DOR

SOMOS UM POVO SEM NENHUM PUDOR

TÃO NATURAL COMO A SUA COR

SÃO 508 ANOS DE PERSEGUIÇÃO

SEMPRE BUSCANDO A NOSSA EXTINÇÃO

ELES NOS FIZERAM ACREDITAR

NA PALAVRA CATEQUIZAR

E AINDA DISSERAM SÃO ANIMAIS

UNS ANIMAIS IRRACIONAIS

IRMÃO O QUE FOI QUE FIZ PRA VOCÊ

JÁ QUE VOCÊ NÃO ME AMA COMO EU SOU

DEIXE-ME VIVER

Santxié Thaphuwya - da etnia Fulni-ô habitante do Santuário Sagrado dos Pajés na Reserva Indígena do Bananal - DF

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Demarcação Já!!!

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Notícias

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Esta é a pagina colaborativa da Reserva Santuário Sagrado dos Pajés.

O Santuário Sagrado dos Pajés foi fundado pelo cacique Zumba Fulnió Tapuya (e outros), o qual deixou os líderes Santxiê e Thowê, também da etnia Funiô-Tapuya, para continuarem essa obra sagrada do Grande Espírito. O Santuário situa-se em Brasília - DF, no final da asa norte (Fazenda do Bananal) e é habitado por índios das etnias Fulniô-Tapuya, Kariri-Xocó, Korubo e Tuxá, que aí se reorganizaram desde 1969, após terem sido expulsos de suas terras de origem, na região de Águas Belas, no Estado de Pernambuco. A área de posse indígena foi identificada geograficamente pela FUNAI em 2002, e reconhecida, segundo o relatório de levantamento prévio da própria FUNAI, como área de ocupação tradicional, onde os atuais possuidores, os índios Fulni-ô/Tapuya e Kariri/Xocó e suas famílias desenvolvem atividade de agricultura, criação de pequenos animais, artesanato e cultivo de plantas medicinais, bem como praticam os rituais típicos da sua religiosidade indígena.

No momento, nosso santuário sofre ameaça de destruição, por força da mesquinhez dos que detêm o poder político e econômico na cidade de Brasília. Se o poder institucional diz que a preservação ambiental não pode ser um entrave para a expansão urbana, é necessário que as pessoas que desejam proteger a Terra fiquem atentas. Este também é um espaço para ser usado por tod@s que querem intercambiar estratégias de resistência, sabedoria popular, sabedoria indígena, e pajelanças em geral.

Sejam Bem Vind@s Guerreiras e Guerreros do sol e da lua, onde a vida continua!!

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Saiba um pouco sobre como editar a página do Santuário

Você pode encontrar informações sobre a linguagem básica de edição desta página, e de outras em Pmwiki no endereço: http://www.pmwiki.org/wiki/PmWikiPtBr/BasicEditing

Temos uma página para exercícios de edição da wiki, você pode fuçar lá até que não vai dar problema. Acesse-a aqui

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